terça-feira, 24 de julho de 2012

Técnica que combina massagem e meditação é indicada para quem já passou dos 50



Deitada no chão, sobre um colchonete, coberta por um lençol e sentindo, além do toque, o cheiro de óleos essenciais. A Yoga Massagem Ayurvédica (YMA) é uma terapia que estimula os cinco sentidos. Como seu próprio nome já diz, a terapia combina a massagem e a meditação e promete sanar problemas físicos, mentais e energéticos pela raiz do problema e é recomendada para pessoas de qualquer idade. Entenda melhor como funciona a técnica e prepare-se para mergulhar nos mistérios indianos.

Quem gosta de yoga e massagem certamente vai encontrar o ponto de equilíbrio da YMA. De acordo com a terapeuta Alda Martinelli, "A YMA é uma técnica de massagem, que mescla conhecimentos milenares da Ayurveda e da Yoga. Criada há mais de 30 anos pela indiana Kusum Modak combina os deslizamentos e amassamentos da tradicional massagem indiana com os alongamentos, torções e flexões da Yoga. Ela é feita no chão sobre um colchonete coberto por lençol. E nela é usado sempre óleo puro e de boa qualidade, como de semente de uva, e um pó indiano, o Vekhand, que, além de antisséptico e desintoxicante, aprofunda o toque e esfolia a pele, deixando-a mais hidratada e rejuvenescida".

A YMA, por combinar técnicas de duas terapias diferentes, tem uma amplitude muito maior quando o assunto é o tratamento de problemas físicos e emocionais. "Vigorosa e essencialmente terapêutica, a YMA demanda extrema concentração, tanto de quem aplica quanto de quem recebe, levando ambos a um profundo estado meditativo. Além do relaxamento e da reenergização intrínsecos à técnica, a YMA propicia resultados tão eficazes quanto aqueles alcançados por terapias consagradas como o RPG e o Rolfing, métodos já bem conhecidos para o tratamento de problemas de coluna e articulações. É indicada também para problemas como cifose, fibromialgia, artrose, insônia, depressão, síndrome do pânico, enxaqueca, entre outros", diz Alda.

Pessoas com mais de 50 anos de idade são mais do que indicadas para experimentar a técnica e comprovar os resultados. Segundo Alda, "a Yoga Massagem Ayurvédica é excelente para pessoas nessa idade. Além do tratamento músculo esquelético, aliviando tensões e dores, ela propicia mais flexibilidade, permitindo que a pessoa continue ativa, bem disposta, relaxada e com a autoestima elevada. Enfim, mais bonita e feliz. Em uma sessão de YMA, trabalham-se os músculos, a circulação sanguínea, linfática, as articulações, os alongamentos, a respiração e a meditação".

Como tudo na vida, para a observação dos resultados da Yoga Massagem Ayurvédica, é necessário disciplina no tempo e quantidade de sessões. "A paciente deve ser apresentar, no mínimo, uma vez por semana. O resultado vai depender de cada pessoa e da gravidade do problema apresentado. No entanto, já na primeira sessão a paciente sente benefícios como um alívio das dores e tensões, além de sentir-se mais disposta, bonita e hidratada", avalia a terapeuta.

Vovós modernas


Na próxima quinta-feira, (26), é comemorado o Dia da vovó, e a ideia que muita gente possui é daquela senhora de cabelos grisalhos, sentada na cadeira de balanço, fazendo tricô. Pois essa imagem já não representa muito a realidade. É bem comum, hoje em dia, encontrar vovós que, em vez de estarem sentadas descansando, estão em pleno movimento, seja praticando exercícios ou sendo adeptas de cuidados estéticos e, por que não, até se submetendo a cirurgias plásticas. Conheça melhor o perfil das vovós de hoje e descubra porque elas estão com tudo em cima.

Antonia Hamada tem 72 anos e energia de sobra. Ela faz parte do grupo de vovós moderninhas e que não gosta nem de pensar em ficar parada. "Eu corro, faço academia todo dia, musculação e até aula de Body Jump. E agora comecei a investir na carreira de modelo, já fiz um book de fotos e tudo" – conta a ex-empresária de moda e poetisa nas horas vagas. A avó coruja de cinco netos – três meninas e dois meninos – revela ainda alguns dos seus segredos de beleza. "Nunca durmo de maquiagem e cuido da pele. Limpo, passo creme noturno e, de manhã, protetor solar fator 60."

Além de Antônia, outras mulheres maduras também buscam se cuidar. E grande parte delas já invadiu as clínicas estéticas e os consultórios médicos a fim de garantir a beleza e a jovialidade por mais tempo. Segundo o dermatologista e membro internacional da Academia Americana de Dermatologia (AAD) Dr. Marcos Bonassi, cada vez mais senhoras buscam esses cuidados. "Eu tenho pacientes de 90 anos buscando tratamento antirrugas ou para melhorar as condições da pele. As pacientes querem acabar com as rugas, ter menos flacidez e menos manchas também". – conta o médico, que também é membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Ele conta ainda que há uma combinação de três métodos para o rejuvenescimento da pele e que é ideal para as vovós que querem estar com a aparência em dia. "Para atenuar as rugas de expressão o tratamento mais usado é com toxina botulínica, que em alguns casos, pode ajudar a melhorar o aspecto envelhecido do pescoço." O médico alerta que a substância deve ser usada com cuidado, sem exagero, para não ficar artificial. "A pessoa deve conversar com o médico para procurar a aplicação mais apropriada para ela." – conta o especialista.

Outra técnica bastante requisitada nas clínicas de estética é o preenchimento facial. Ele explica que com o passar dos anos, há perda de volume do rosto e esse procedimento "melhora o contorno facial, o volume da face e rugas mais profundas." Nele, são usadas substâncias a base de ácido hialurônico. "Os efeitos são temporários e há um alto nível de segurança e baixo risco para os pacientes." – completa o dermatologista.

Outro método aplicado é o laser, que é usado para retirar manchas. Agora, de acordo com o dermatologista, a pessoa deve usar filtro solar todo dia. À noite, as pacientes devem focar a nutrição, hidratação e estímulo de colágeno. "Nós vamos usar ácidos retinóicos, ácidos glicólico, retinol, vitamina C e peptídeos que firmam a pele." Os tratamentos estão aí pra colaborarem, mas não fazem milagres. Quem quer uma aparência mais jovem e saudável não pode descuidar da saúde.

Consumo de álcool, tabaco e tranquilizantes entre idosos preocupa especialistas


O uso de drogas aparece, em grande parte das vezes, associado à juventude. Mais camuflada, a utilização de entorpecentes na terceira idade é maior do que se pensa, alertam os profissionais do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
"Pesquisas mostram que a juventude é uma fase de experimentação, o que não significa que ela seja a maior consumidora", diz Antônio Albernaz, do Nepad. "Há muitos casos em que o uso é feito de forma 'equilibrada', ou seja, não causa prejuízos sociais e, por vezes, nem a família sabe", completa. "Em todos os casos", diz o médico, "as drogas lícitas, como o álcool, o tabaco, seguidas pelos tranqüilizantes, são as mais consumidas".
Na opinião dele, existe uma visão equivocada sobre as drogas, veiculada pelas autoridades, pelos governos, pela mídia e pela sociedade". Essas instituições, assim como o público leigo, ajudam a espalhar uma imagem sensacionalista do problema, que culpa o usuário por um processo em que toda a sociedade é cúmplice.
"É a sociedade que cria as condições adversas", diz Antônio. Afinal, é ela que, ao mesmo tempo em que rejeita o consumidor de drogas, facilita a venda do produto, deixando de debater sobre os conflitos econômicos que ocorrem no mercado das drogas e de procurar novas soluções. "Depois busca um tratamento para o dependente", critica.
Para Albernaz, o que o usuário de drogas com problemas sociais e de saúde precisa, em qualquer idade, é de acolhimento que o ajude a alcançar novos objetivos de vida. "Não existe ainda suficiente informação, discussão e organização social que permita a formulação de uma política bem fundamentada", afirma.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Dieta, saúde, higiene e educação explicam longevidade japonesa




Tóquio, Japão. O Japão tem a maior média de expectativa de vida do mundo, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), e o segredo não é somente a alimentação, como se pensava.

Segundo Kenji Shibuya, professor do departamento de política global de saúde da Universidade de Tóquio, as razões da longevidade japonesa têm tanto a ver com o acesso a medidas de saúde pública quanto a uma dieta equilibrada, educação, cultura e, também, atitudes de higiene no dia a dia.

O especialista estudou vários aspectos da cultura, da política e da economia japonesa que influenciam na forma de viver da população. "A expectativa de vida do japonês aumentou rapidamente entre os anos 50 e 60, primeiramente, por causa da queda da taxa de mortalidade infantil", explicou Shibuya.

Depois, as autoridades concentraram esforços para combater a mortalidade adulta. O resultado positivo foi, em grande parte, consequência dessa política de saúde adotada pelo país. Hoje, no Japão, ao nascer, um bebê pode esperar viver até 86 anos se for uma menina, e quase 80 se for menino.

Mas os japoneses nem sempre tiveram a perspectiva de viver tanto tempo. Em comparação com dados de 1947, houve um salto de mais de 30 anos na expectativa de vida de uma pessoa.

Esse crescimento começou no fim da década de 50, quando o país passou a experimentar um desenvolvimento econômico acelerado. O governo começou a investir em ações de saúde pública, introduzindo o seguro nacional de saúde em 1961, tratamento grátis para tuberculose e infecções intestinais e respiratórias, além de campanhas de vacinação.

Uma das principais ações foi a redução das mortes por Acidente Vascular Cerebral (AVC). "O controle da pressão arterial melhorou através de campanhas como a de redução do consumo de sal", diz Shibuya.

Ele identifica como fatores para a longevidade a herança cultural de cuidados com a alimentação e a prática de atividades físicas. Além disso, os japoneses dão uma atenção à higiene em vários aspectos da vida diária, como a velha tradição xintoísta de purificar o corpo e a mente antes de se encontrar com outras pessoas. "Por fim, a comida japonesa tem benefícios nutricionais balanceados, e a dieta da população tem melhorado de acordo com o desenvolvimento econômico ao longo das décadas", diz.
Desequilíbrio demográfico é o próximo desafio do governo
Tóquio. O lado negativo do sucesso do Japão em conseguir manter a população saudável é o desequilíbrio populacional.

Até agora, cerca de 24% da população tem mais de 65 anos. Mas cálculos do governo apontam que, em 2060, a porcentagem de idosos será de 40%, numa população que se reduzirá dos atuais 127 milhões para 87 milhões.

Segundo o estudo, a expectativa de vida deve aumentar ainda mais, chegando a 84 anos para homens e 90 para as mulheres.

"O rápido envelhecimento da população japonesa é um desafio para o sistema de saúde do Japão em termos de financiamento e qualidade dos cuidados", aponta o professor Kenji Shibuya.

Outros desafios que o Japão enfrenta são altos índices de alcoolismo, tabagismo e suicídio, problemas gerados em parte por causa do aumento do desemprego e do prolongamento da crise econômica.
Fonte: o Tempo

domingo, 17 de junho de 2012

Os alimentos probióticos combatem gripe em idosos


Estudo do Instituto Pasteur aponta que o consumo de leite fermentado aumenta a eficiência da vacina contra a gripe em idosos.
Um estudo do Instituto Pasteur, de Paris, publicado na revista científica “Vaccine” e ainda não divulgado no Brasil, aponta que o consumo de alimentos probióticos, que contêm bactérias benéficas para a mucosa intestinal, podem aumentar a eficiência e amenizar os efeitos colaterais da vacina contra a gripe em idosos.
A pesquisa, realizada em conjunto com a Universidade de Paris, em mais de 30 lares de idosos na França, investigou o efeito do consumo regular de uma bebida láctea fermentada, contendo o probiótico Lactobacillus casei defensis bre. Descobriu-se que esse tipo de alimento gera respostas de anti-corpos específicos para a vacinação contra o vírus Influenza, causador da gripe. “Fortalece a parede do intestino, onde estão grande parte das células de defesa do organismo. Tem sido atualmente muito difundido na medicina para aumentar a capacidade do sistema imunológico”, explica o infectologista Artur Timerman do Hospital Albert Einstein.
A eficácia da vacina contra a gripe é duas a quatro vezes menor em idosos. Estudos variados afirmam que, em adultos jovens e saudáveis, a vacina contra a gripe é eficiente em 70% a 90% dos casos. Mas essa eficácia é reduzida para 17% a 53% em homens e mulheres acima dos 60 anos, além de crianças e gestantes que possuem sistema imunológico naturalmente mais debilitado e ainda estão mais suscetíveis aos efeitos colaterais do medicamento. “Algumas pessoas, nas primeiras 48 horas depois da vacinação, podem ser acometidas por febre e dor de cabeça”, diz Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a gripe afeta cerca de 600 milhões de pessoas por ano, provocando nada menos que meio milhão de mortes e milhões de internações. No Brasil, estima-se que o vírus da gripe infecte, por ano, entre 10 milhões e 18 milhões de pessoas, sendo responsável por 22 mil mortes. “Os custos podem ser drasticamente reduzidos com a descoberta, pois, no passado, já se chegou a aplicar doses duplas da vacina em idosos para potencializar os efeitos preventivos”, afirma Timerman.
A tendência é a preocupação com o efeito da gripe em idosos aumentar. Estudo do Banco Mundial estima que a população idosa do Brasil, cerca de 20 milhões, triplicará até 2050.

Fonte: Site da Tercerira Idade

Azeite de oliva ajuda a prevenir infartos cerebrais



Uma dieta rica em azeite de oliva pode proteger idosos dos infartos cerebrais, que são a terceira causa de morte nos Estados Unidos depois das doenças cardíacas e o câncer, segundo um estudo publicado pela revista “Journal of Neurology”.
Os infartos são mais comuns à medida que as pessoas envelhecem, quando o risco se duplica por cada década de vida depois dos 55 anos de idade, segundo a Associação Cardíaca Americano.
“Nossa pesquisa indica que deveriam emitir um novo conjunto de recomendações dietéticas para prevenir os infartos nos idosos de 65 anos”, disse a autora do estudo, Cecilia Samieri, da Universidade de Bordeaux e o Instituto Nacional de Pesquisa Médica.
“O azeite de oliva seria uma forma barata e fácil de ajudar a prevenir este tipo de doença”, diz a pesquisadora. Os cientistas revisaram os registros médicos de cerca de sete mil idosos de 65 anos, nas cidades francesas de Bordeaux, Dijon e Montpellier. Os pacientes, no início do estudo não tinham histórico de infartos.
Os participantes fizeram exames de acompanhamento dois, quatro e seis anos mais tarde e se registraram e verificaram os incidentes de infarto. Aos cinco anos tinham registrado entre esses pacientes 148 infartos.
Para o estudo se classificou o consumo de azeite de oliva nas categorias de “não uso”, “uso moderado”, “uso intensivo” o qual inclui o uso de azeite para cozinhar, como tempero ou com pão.
Após considerações sobre dieta, atividade física, índice de massa corporal e outros fatores de risco para o infarto, o estudo encontrou que quem tinha usado azeite de oliva, regularmente, para cozinhar ou como acompanhamento, mostrava um risco 41% menor de infarto comparado com quem jamais tinha usado azeite de oliva em sua dieta.
O estudo lembra que o consumo de azeite de oliva foi vinculado com efeitos beneficentes contra fatores de risco cardiovascular tais como diabetes, alta pressão sanguínea, colesterol alto e obesidade.

Fonte: Site da Terceira Idade

Como ter uma vida social na terceira idade


Quando uma pessoa da terceira idade perde um cônjuge, um amigo ou até mesmo um animal de estimação, pode ser fácil perder a perspectiva da vida. É comum o indivíduo chegar até um estado de solidão e reclusão na qual elas param de se relacionar com pessoas que eram importantes no dia-a-dia. Os filhos já seguiram seu caminho e geralmente estão envolvidos com suas vidas e problemas, e assim não podem mais passar muito tempo com seus pais. Conviver com a solidão e perda na terceira idade é muito difícil, mas não é impossível retomar uma vida social ativa. Uma boa postura é um fator importante, assim como aproveitar as oportunidades que aparecerem pela frente. A seguir, você verá dicas para te ajudar a começar uma nova vida social intensa, para que possa voltar a viver sua vida com alegria e plenitude.
1. Determine quais atividades você gosta de praticar. Se a sua perda fez com que você perdesse o gosto pelo seu hobby, recomece tudo de onde parou, com a ajuda de um clube local, um grupo ou uma igreja – ou até mesmo na internet ou pesquisando na biblioteca local. Use o jornal local para ficar informado sobre eventos que te interessam. Visite aulas na universidade sobre assuntos que possam aguçar sua curiosidade e amplie seu conhecimento.
2. Mantenha a forma física. Embora atividades físicas muito intensas não sejam mais uma opção, certamente nada impede que você continue a praticar atividades físicas moderadas. Certifique-se de consultar um médico antes de iniciar qualquer tipo de treinamento.
3. Encontre um amigo. Se estiver relutante em ir sozinho, existem organizações voluntárias que podem lhe ajudar a conseguir transporte. Lembre-se que o transporte público para cidadãos com mais de 65 anos é gratuito. Aos poucos, a timidez de sair sozinho passará.
4. Fique aberto a novas sugestões. Isto pode ser não muito confortável no início, especialmente se envolver tecnologias novas. Pense em tentar novas atividades que sejam possíveis no seu estado físico e que você considere interessantes. Evite reagir negativamente a sugestões de pessoas a sua volta que podem estar tentando lhe ajudar. Pense bem antes de rejeitar idéias novas. Talvez você descubra algo tão interessante que você vai desejar ter conhecido antes.
5. Torne-se um mentor de pessoas mais jovens. Pessoas jovens gostam de aprender e adorarão descobrir o conhecimento acumulado que você tem. Ofereça seus serviços no clube para dar palestras, ensinar ou servir de guia em passeios ao museu, parque, zoológico. Pessoas de idade são respeitadas por seu conhecimento. Valorize-o e compartilhe-o com os outros.
6. Mantenha uma atitude positiva. A dor sempre estará lá; é parte da natureza de uma perda. Você merece sempre o melhor, depois de dar tanto de si para o mundo. Mantenha um sorriso sempre. Sorrir dispara reações químicas no seu cérebro que ajudam a levantar o ânimo. Alugue um filme alegre para assistir em casa. Veja programas humorísticos na tv ou compre um livro de humor.Redescubra seu senso de humor e seu bem-estar vai melhorar muito; isto se torna mais importante quanto maior for a tristeza em que você estiver.
7. Pense grande. Pesquise na internet para ver o que as pessoas idosas estão fazendo de mais desafiador: atravessar o país de bicicleta, escrever um livro, entrar em competições esportivas, etc. Tudo isso é possível quando você tem uma atitude positiva. Seus sonhos são tão grandes quanto você conseguir sonhá-los. E aquelas coisas que há muito você havia prometido a si mesmo? Talvez hoje seja o dia de torná-las reais.

Fonte: pt.wikihow.com